Tuesday, December 05, 2006
Tuesday, November 21, 2006
Tuesday, November 14, 2006
Tuesday, November 07, 2006
Solidariedade Europeia com as Vitimas da Crises Humanitárias
Ano após ano, o aumento das vítimas das crises humanitárias, dos conflitos provocados pelo Homem e das catástrofes naturais, em particular entre a população civil e os seus grupos mais vulneráveis, torna cada vez mais essencial o compromisso assumido pela Europa de atenuar o sofrimento humano. A multiplicação das zonas de crise no mundo durante a última década levou a União Europeia a reforçar significativamente a sua acção e a sua presença através de intervenções de carácter humanitário e de reconstrução. Em 2000, o Serviço de Ajuda Humanitária da EU (ECHO) permitiu socorrer mais de 18 milhões de pessoas.
Modalidades de intervenção
Ás vítimas de crises humanitárias, a EU oferece em primeiro lugar assistência alimentar bem como instalações temporárias ( «habitações» temporárias, com água potável e serviços de higiene), para que todas as pessoas vítimas de crises humanitárias, possam refazer as suas vidas.
Cada acção dos sectores de intervenção deve ter em conta diversos factores como, a dimensão e duração da crise, o contexto geográfico e as características próprias de cada sociedade (estruturas e costumes de cada comunidade). A característica comum à maior parte dos países beneficiados das acções humanitárias, é o facto de pertencerem a países menos desenvolvidos, extremamente vulneráveis, com baixos rendimentos e debilidade estrutural das suas economias. Apenas um terço dos países que beneficiam da ajuda humanitária, são países com rendimento médio.
Nas crises ligadas aos conflitos, são absolutamente prioritários o respeito dos direitos do homem, e o tratamento igual para todas as pessoas, procura-se sempre que a assistência prestada não tenha efeitos colaterais negativos, porque em alguns casos existe o risco de comprometer, em vez de defender os direitos dos beneficiários.
No contexto das catástrofes naturais existe a necessidade de favorecer principalmente os países considerados de risco, com a preparação para as catástrofes naturais utilizando meios práticos. Para este fim, foi criado um programa para a prevenção das catástrofes (Dipecho), cujos objectivos são a avaliação do risco e a redução das consequências das catástrofes naturais, para reduzir a vulnerabilidade das comunidades mais expostas a esses acontecimentos.
Ajuda Humanitária
Entre muitas das funções da união Europeia, uma delas é a ajuda Humanitária.
No início dos anos noventa, ajudar os países terceiros e demonstrar solidariedade para com as pessoas vitimas de atrozes conflitos, passou a ser para a União Europeia (EU) uma obrigação de ordem moral e política.
Desta necessidade nasceu, em 1992 o Serviço de Ajuda Humanitária da União Europeia (ECHO).
Os primeiros anos de actividade do ECHO coincidiram com o agravamento das crises mundiais, resultantes das catástrofes naturais. Estas catástrofes ocorreram nas regiões com elevado risco sísmico, devido à destruição provocada pelo ciclone “El Niño” à escala mundial (este atingiu directamente três continentes, África, Ásia e América, no ano de 1998), e as seguintes catástrofes naturais que ocorreram no ano de 1999. Devido ao aumento demográfico e a crescente destruição do equilíbrio devido à actividade humana (urbanização, erosão dos solos, desflorestação, …), estas catástrofes naturais acentuaram-se e atingiram os países menos desenvolvidos, onde ocorreram muitas vítimas mortais.
Tendo em conta o ocorrente, a União Europeia estabeleceu os seguistes objectivos:
· Salvar vidas humanas em situação de emergência e de pós-emergência, provocadas por catástrofes naturais ou por conflitos com causas humanas;
· Assistir de forma imparcial, a todas as pessoas que sofrem de crises crónicas provocadas por guerras civis prolongadas, independentemente da sua religião, origem étnica ou orientações politicas;
· Assistir os refugiados (que foram obrigados a procurar asilo fora dos seus países), e os desalojados obrigados a abandonarem os seus locais de residência, até terem condições para regressar as suas casas;
· Realizar obras de reabilitação, e de reconstrução a longo prazo.
· Promover e executar programas de prevenção de catástrofes (principalmente nas áreas de risco sísmico), através dos reforços nos sistemas de alerta por rádio, e nos dispositivos de protecção civil.
Com a colaboração da ONU, rede da Cruz Vermelha, e das agencias não governamentais (ONG), a União Europeia conseguiu intervir em 85 países de todos continentes. Desta forma pode ajudar todas as pessoas, que tinham sido vítimas de catástrofes naturais ou guerras.
Entre muitas das funções da união Europeia, uma delas é a ajuda Humanitária.
No início dos anos noventa, ajudar os países terceiros e demonstrar solidariedade para com as pessoas vitimas de atrozes conflitos, passou a ser para a União Europeia (EU) uma obrigação de ordem moral e política.
Desta necessidade nasceu, em 1992 o Serviço de Ajuda Humanitária da União Europeia (ECHO).
Os primeiros anos de actividade do ECHO coincidiram com o agravamento das crises mundiais, resultantes das catástrofes naturais. Estas catástrofes ocorreram nas regiões com elevado risco sísmico, devido à destruição provocada pelo ciclone “El Niño” à escala mundial (este atingiu directamente três continentes, África, Ásia e América, no ano de 1998), e as seguintes catástrofes naturais que ocorreram no ano de 1999. Devido ao aumento demográfico e a crescente destruição do equilíbrio devido à actividade humana (urbanização, erosão dos solos, desflorestação, …), estas catástrofes naturais acentuaram-se e atingiram os países menos desenvolvidos, onde ocorreram muitas vítimas mortais.
Tendo em conta o ocorrente, a União Europeia estabeleceu os seguistes objectivos:
· Salvar vidas humanas em situação de emergência e de pós-emergência, provocadas por catástrofes naturais ou por conflitos com causas humanas;
· Assistir de forma imparcial, a todas as pessoas que sofrem de crises crónicas provocadas por guerras civis prolongadas, independentemente da sua religião, origem étnica ou orientações politicas;
· Assistir os refugiados (que foram obrigados a procurar asilo fora dos seus países), e os desalojados obrigados a abandonarem os seus locais de residência, até terem condições para regressar as suas casas;
· Realizar obras de reabilitação, e de reconstrução a longo prazo.
· Promover e executar programas de prevenção de catástrofes (principalmente nas áreas de risco sísmico), através dos reforços nos sistemas de alerta por rádio, e nos dispositivos de protecção civil.
Com a colaboração da ONU, rede da Cruz Vermelha, e das agencias não governamentais (ONG), a União Europeia conseguiu intervir em 85 países de todos continentes. Desta forma pode ajudar todas as pessoas, que tinham sido vítimas de catástrofes naturais ou guerras.
Tuesday, October 31, 2006
História da União Europeia
Em 1950 a Europa encontrava-se em período de guerra.
A relação entre a França e a Alemanha era conflituosa. Era preciso criar uma relação forte entre estes dois países, para reunir em seu torno todos os países Europeus, com o objectivo de construir conjuntamente uma comunidade com destino comum. Jean Monnet, um homem com uma experiência única como negociador e construtor da paz, propõe ao Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Robert Schuman e ao Chanceler alemão Konrad Adenauer criar um interesse comum entre os seus países: a gestão, sob o controlo de uma autoridade independente, do mercado de carvão e aço. Esta proposta é concretizada oficialmente em 9 de Maio de 1950, pela França com o apoio da Alemanha, Itália, Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo, formando-se assim a primeira comunidade Europeia, a Comunidade do Carvão e do Aço.
Mais tarde passa a ser chamada de CEE (Comunidade Económica Europeia), formanda por um mercado totalmente unificado.
Em 1992 a CEE passou a chamar-se EU (União Europeia), pois com a assinatura do Tratado de Maastrichit, os objectivos da comunidade, para além da cooperação económica, passaram a abranger também aspectos políticos, sociais e culturais.
Em 1950 a Europa encontrava-se em período de guerra.
A relação entre a França e a Alemanha era conflituosa. Era preciso criar uma relação forte entre estes dois países, para reunir em seu torno todos os países Europeus, com o objectivo de construir conjuntamente uma comunidade com destino comum. Jean Monnet, um homem com uma experiência única como negociador e construtor da paz, propõe ao Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Robert Schuman e ao Chanceler alemão Konrad Adenauer criar um interesse comum entre os seus países: a gestão, sob o controlo de uma autoridade independente, do mercado de carvão e aço. Esta proposta é concretizada oficialmente em 9 de Maio de 1950, pela França com o apoio da Alemanha, Itália, Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo, formando-se assim a primeira comunidade Europeia, a Comunidade do Carvão e do Aço.
Mais tarde passa a ser chamada de CEE (Comunidade Económica Europeia), formanda por um mercado totalmente unificado.
Em 1992 a CEE passou a chamar-se EU (União Europeia), pois com a assinatura do Tratado de Maastrichit, os objectivos da comunidade, para além da cooperação económica, passaram a abranger também aspectos políticos, sociais e culturais.
Tuesday, October 24, 2006

Data de Adesão e países fundadores da União Europeia
Em 1950 foi fundada a união europeia pela Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, em 1973 entrou Dinamarca, Irlanda, Reino Unido, 1981 foi a Grécia, 1986 Espanha, Portugal, 1995 Aústria, Finlândia, Suécia , 2004 Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia, República Checa.
Tuesday, October 17, 2006

Introdução
A União Europeia (EU) é uma comunidade, da qual Portugal e outros países fazem parte. Foi fundada em 1957, chamava-se Comunidade Económica Europeia (CEE), e contava apenas com seis países (Bélgica, Holanda, Luxemburgo, França, Itália e a Republica Federal da Alemanha). Posteriormente, aderiram a esta comunidade vários países, existindo actualmente 25 países que fazem parte da União Europeia.
Esta tem como objectivos:
A Livre Circulação (pessoas, serviços, bens e capitais);
Politicas Comuns (ambiente, emprego, pesca, agricultura, industria, comércio externo e desenvolvimento regional);
Cooperação (cientifica, tecnológicas e económica).
















